A Academia Latina da Gravação™ irá homenagear Erasmo Carlos, Dyango, Andy Montañez, José María Napoleón, Chucho Valdés, Wilfrido Vargas e Yuri com o Prêmio à Excelência Musical

Agosto 29, 2018 -- 7:00 am PDT

A Academia Latina da Gravação™ irá homenagear Erasmo Carlos, Dyango, Andy Montañez, José María Napoleón,  Chucho Valdés, Wilfrido Vargas e Yuri com o Prêmio à Excelência Musical 

Horacio Malvicino e Tomás Muñoz receberão o Prêmio da Junta Diretiva

MIAMI (29 de agosto de 2018) – A Academia Latina da Gravação™ anunciou hoje que Erasmo Carlos, Dyango, Andy Montañez, José María Napoleón, Chucho Valdés, Wilfrido Vargas e Yuri receberão este ano o Prêmio à Excelência Musical. Além disso, Horacio Malvicino e Tomás Muñoz receberão o Prêmio da Junta Diretiva. Os homenageados serão celebrados durante uma cerimônia privada, que será realizada no Four Seasons Hotel, em Las Vegas, no dia 13 de novembro, como parte da Semana da 19.ª Entrega Anual do Latin GRAMMY®.

"Nos orgulhamos de prestar homenagem a este notável grupo de talentosos artistas e profissionais da música com o Prêmio à Excelência Musical e o Prêmio da Junta Diretiva deste ano", disse Gabriel Abaroa Jr., Presidente/CEO da Academia Latina da Gravação. "O grupo que estamos homenageando em 2018 fez contribuições importantes e beneficiou a música ibero-americana, proporcionando inovação e uma visão única em prol dos amantes da música."

O Prêmio à Excelência Musical é apresentado a artistas que fizeram contribuições inigualáveis e de significância artística extraordinária à música latina. O Prêmio da Junta Diretiva é concedido por meio de votação dos membros da Conselho de Diretores da Academia Latina da Gravação a indivíduos que fizeram contribuições significativas, que não seja performance, à música no decorrer de suas carreiras. 

Homenageados com o Prêmio à Excelência Musical 2018:

Erasmo Carlos

Há duas faces na maravilhosa biografia musical de Erasmo Carlos. Primeiro, sua parceria como compositor ao lado do pop-star Roberto Carlos, que ajudou a definir o âmbito emocional e texturas nostálgicas das baladas da América Latina na década de 1970. Em segundo lugar, há a sua brilhante carreira solo, que inclui alguns dos álbuns mais imprevisíveis e evocativos da história da música brasileira. A notoriedade do cantor foi conquistada no final dos anos 1960 como parte do movimento orientado aos jovens conhecido como Jovem Guarda. Seu álbum de 2009 Rock 'N' Roll recebeu uma indicação ao Latin GRAMMY®, e em 2014, ele ganhou o Latin GRAMMY de Melhor Álbum de Rock Brasileiro (Gigante Gentil). Combinando o sucesso comercial com independência artística incansável, Erasmo Carlos continua a surpreender e deliciar com cada novo projeto em que ele embarca.

Dyango

Não é por acaso que Dyango (José Gómez Romero) é conhecido como "La Voz del Amor" ("A voz do amor"). Começando com o lançamento de seu álbum autointitulado Lejos de los Ojos de estreia em 1969, o cantor espanhol tem continuado a evoluir como intérprete de canções românticas, deixando sua marca indelével no gênero balada e no tango. Seu talento inato para acrescentar paixão e honestidade a todas as canções que ele executa foi reconhecido pela primeira vez na América Latina e depois nos Estados Unidos, depois que ele viajou para a Argentina e estrelou no filme de 1970, El Mundo Es De Los Jóvenes (O mundo pertence aos jovens), gravando um álbum do mesmo nome. Em 1975, sua linda gravação do tango "Nostalgia", com um sutil arranjo de balada, bem como "Por Volverte a Ver", “Corazón Mágico" e "Por ese Hombre "confirmaram Dyango como um artista chave no pop latino. Embora tenha reduzido o número de turnês em grande escala, ainda continua a gravar e tocar ao vivo.

Andy Montañez 

A salsa porto-riquenha tem alimentado muitos cantores lendários. Mesmo entre tão dura concorrência, Andy Montañez permanece como um dos vocalistas mais emotivos e criativos no gênero afro-caribenho. Ele tinha 20 anos quando ingressou na El Gran Combo, a orquestra de salsa por excelência, até 1981 quando então decidiu se dedicar à carreira solo. Sua recém-adquirida independência lhe permitiu florescer como compositor e aprofundar-se no estilo emergente de salsa romântica. Marcada por valores de produção superlativos e arranjos aveludados, sucessos como "Casi Te Envidio," "Payaso", "Me Gusta" e "La Última Copa" o estabeleceram como um dos mais bem-sucedidos cantores de salsa dos anos 1980. Em 2006, ele recebeu o Latin GRAMMY de Melhor Álbum Tropical Tradicional. Sempre disposto a explorar novos caminhos, Montañez recentemente experimentou com salsatón, fundindo seus sons tropicais com o ambiente urbano do reggaetón.

José María Napoleón

Marcado por arranjos delicadamente preparados pouco a pouco por lindas melodias, o trabalho do cantor José María Napoleón, conhecido como "El Poeta de la Canción" ("O poeta da canção"), transborda com ternura e pungentes observações sobre o amor romântico e o significado da vida. Napoleón foi um dos principais protagonistas do movimento balada, extremamente influente dos anos 1970 em seu México nativo. Ele estava com apenas 20 quando gravou seu primeiro álbum, conhecido como El Grillo. Napoleón — que também já atuou em telenovelas mexicanas — continuou lançando álbuns e compondo sucessos carregados de emoção, como "Pajarillo", "Hombre", "Eres", "Leña Verde", "30 Años" e "Celos". Em 2015, o álbum Vive encontrou o cantor revisitando as páginas mais brilhantes de seu songbook em forma de duetos com estrelas de ontem e de hoje, como Manoella Torres, Mon Laferte, Yuri e muitos outras.

Chucho Valdés

É impossível ponderar o estado atual do jazz latino sem considerar o talento multifacetado do pianista virtuoso, maestro e compositor Chucho Valdés. Tanto em seu trabalho com o supergrupo Irakere, como artista solo eclético e prolífico, Valdés reinventou o léxico do jazz, misturando-o com rock, música clássica e música de raízes afro-cubanas. O grupo Irakere de Chucho Valdés contou com alguns dos músicos mais talentosos da ilha, incluindo Paquito D’Rivera no saxofone, Arturo Sandoval no trompete e ainda com uma mistura deslumbrante de rock, música de raízes afro-cubanas e jazz. Em 1998, Valdés se lançou em uma carreira solo ambiciosa, que incluiu performances inesquecíveis, um emocionante álbum de duetos com seu pai Bebo Valdés (Juntos Para Siempre), sessões em quarteto de tirar o fôlego, e o aparecimento de uma nova banda, os Afro-Cuban Messengers. Em 2000, Chucho Valdés e seu pai participaram de Calle 54, um documentário sobre músicos latinos de jazz. Ele recebeu três Latin GRAMMYs e seis GRAMMYs.

Wilfrido Vargas

Há um limitado grupo de líderes de bandas que conseguiram elevar o contagiante merengue, a dança por excelência e estilo de música da República Dominicana, a uma escala mundial. Wilfrido Vargas é um deles. Memoráveis e poderosos sucessos como "El Africano", "El Jardinero", "A Mover La Colita", "El Baile Del Perrito" e "Abusadora" são parte de uma prodigiosa discografia que contribuiu para o desenvolvimento do merengue. No início dos anos 1970, ele fundou a orquestra Wilfrido Vargas & Sus Beduinos, no entanto, os anos 1980 foram um tempo de crescimento extraordinário para Vargas, já que a explosão da salsa dos anos 1970 foi substituída por novos estilos e gêneros no mercado latino, que incluíam o merengue. Além de ter participado de filmes e de um reality show, Vargas continua fazendo turnês ativamente e gravando até hoje.

Yuri

Há poucos casos onde o mundo pode testemunhar o nascimento, o crescimento e a ascensão ao estrelato de um artista, e este é o caso de "La Güera" (“A Loura”). Uma das artistas mais bem-sucedidas comercialmente na história do pop latino, a cantora mexicana Yuri tem colocado seu impressionante alcance vocal a serviço de uma variedade de estilos — de baladas tórridas e música cristã a estilos tropicais, folk e rancheras de raiz. Yuri ganhou fama em toda a América Latina em 1980, atuando em filmes e novelas e com o lançamento de um dos seus álbuns mais bem-sucedidos (Esperanzas), que incluía a faixa hit de mesmo nome. Em meados de 1980 atingiu o ápice, tendo participado no Festival de Viña del Mar. Além disso, seu sucesso que tocava em todas as rádios "¿Qué te Pasa?", do álum Aire, estabeleceu de forma definitiva a sua carreira musical e a transformou num ícone pop internacional. Durante o auge da sua fama, ela lançou singles habilmente produzidos como "Yo Te Amo, Te Amo," "Tiempos Mejores", "El Apagón", e "Karma Kamaleón", uma versão em espanhol do mega sucesso do Culture Club. A Güera continua mais ativa do que nunca.

Homenageados com o Prêmio da Junta Diretiva 2018:

Horacio Malvicino

Horacio Malvicino foi um bem-sucedido executivo de gravadoras, além de notável administrador em sua nativa Argentina, um lendário guitarrista de jazz e tango, compositor e arranjador, assim como um colaborador fundamental do mestre do tango Astor Piazzolla. Malvicino também formou seu próprio grupo — o Quinteto de Jazz Horacio Malvicino — e vendeu mais de 2 milhões discos tocando versões leves do tango e da música latina sob o pseudônimo artístico Alain Debray. A carreira de Malvicino estendeu-se além de suas performances, trabalhando como diretor artístico de gravadoras locais e internacionais, e produzindo mais de 90 filmes, peças de teatros e produções televisivas. Um músico dos músicos, ele tem servido ativamente como presidente da Associação Argentina dos Direitos dos Artistas desde 2014.

Tomás Muñoz

Um executivo de gravadoras inovador e abençoado com um instinto infalível para o desenvolvimento de futuras estrelas pop, Tomás Muñoz é indiscutivelmente um dos maiores promotores de música da Espanha. Quando se mudou para o México, foi-lhe oferecido um cargo de diretor da gravadora Gamma. Muñoz rapidamente desenvolveu um apetite para descobrir jovens talentos musicais que eram ignorados pela indústria fonográfica. Em 1969, foi nomeado diretor administrativo da CBS Records na Espanha. Ele apoiou as carreiras de Julio Iglesias, Raphael e de Joaquín Sabina, efetivamente mudando a forma como a música espanhola era vista e consumida em todo o mundo.

Em 1980, mudou-se para o Brasil, onde revolucionou a forma de promover a música de artistas como Simone, Roberto Carlos e Djavan. Ele gerenciou a popularização de artistas como Michael Jackson, Supertramp e The Police na América do Sul. A carreira de Muñoz como alto executivo de gravadoras teve como chave de ouro sua nomeação em Nova York como vice-presidente de artistas e repertórios da Sony Music América Latina, trabalhando com Roberto Carlos, Chayanne, Ricky Martin, entre outros. O trabalho de Tomás na Espanha e no Brasil contribuiu decisivamente para a formação de toda uma geração de executivos na indústria da música. Depois de publicar sua autobiografia, Muñoz permaneceu ativo na indústria da música, tendo também orientado uma geração mais jovem de executivos de gravadoras.   

A semana do Latin GRAMMY culmina com a 19.ª Entrega Anual do Latin GRAMMY, que será transmitida ao vivo a partir da MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, no dia 15 de novembro, das 20h às 23h (hora da costa leste dos EUA), pela Univision.  

 

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